terça-feira, 17 de março de 2026

📱 O celular e a transformação do consumo de p.rn.grafia

 O avanço das tecnologias digitais modificou profundamente a forma como as pessoas acessam conteúdos s3xuais. Nos últimos anos, o smartphone consolidou-se como o principal meio de consumo de p.rn.grafia, alterando não apenas a frequência de acesso, mas também o contexto em que esse comportamento ocorre.




Dados recentes indicam que aproximadamente 93% do tráfego em plataformas de p.rn.grafia acontece via celular, enquanto cerca de 6% ocorre por desktop e uma parcela residual por tablets. Esse padrão revela uma mudança significativa: o consumo deixou de estar associado a um local específico (como o computador doméstico) e passou a ser portátil, contínuo e integrado ao cotidiano.

🌐 Um fenômeno que vai além de uma única plataforma

Embora relatórios de grandes sites tragam informações relevantes, é importante compreender que a p.rn.grafia online não se limita a uma única fonte. Atualmente, conteúdos s3xualizados circulam em um ecossistema digital amplo, que inclui múltiplos sites, redes sociais e plataformas de compartilhamento de vídeos.

Esse cenário amplia o alcance e a exposição, tornando o contato com esse tipo de conteúdo mais frequente e, muitas vezes, não intencional.

⚡ A teoria do Triple A: por que o consumo cresce?

Um dos modelos mais utilizados para explicar o crescimento da p.rn.grafia online é a chamada teoria do Triple A, que descreve três fatores centrais:

  • Acessibilidade: o conteúdo está disponível a qualquer momento, diretamente no celular

  • Acessibilidade econômica (affordability): grande parte do material é gratuito

  • Anonimato: o consumo pode ocorrer de forma privada, sem exposição social

O smartphone potencializa esses três elementos simultaneamente, criando um ambiente altamente favorável ao consumo frequente.




🤖 O papel dos algoritmos na amplificação do consumo

Além desses fatores, um elemento contemporâneo merece destaque: os algoritmos de recomendação.

Em muitas plataformas digitais, um único clique em conteúdo s3xualizado pode ser suficiente para que o sistema passe a sugerir materiais semelhantes, aumentando progressivamente a exposição do usuário. Esse processo ocorre mesmo sem uma busca ativa, contribuindo para a repetição e a intensificação do consumo.

🇧🇷 O contexto brasileiro: hiperconectividade

No Brasil, esse cenário é potencializado por características específicas:

  • mais aparelhos celulares do que habitantes

  • O acesso à internet é amplamente difundido

  • O uso de Wi-Fi reduz barreiras financeiras de acesso

Além disso, a melhoria na qualidade da internet permite o consumo de vídeos em alta definição diretamente no celular, sem necessidade de equipamentos adicionais.

🧠 Mudanças no padrão de comportamento

Com essas transformações, o consumo de p.rn.grafia deixa de ser um comportamento ocasional e passa a ocorrer em diferentes contextos do dia a dia, como:

  • Antes de dormir

  • Em momentos de tédio ou estresse

  • Em ambientes privados, como o banheiro ou o quarto

Essa mudança sugere uma integração maior entre o consumo e a rotina cotidiana, o que pode ter implicações importantes para a forma como o indivíduo se relaciona com o desejo, o prazer e a s3xualidade.

⚠️ Um ponto de atenção: acesso precoce

Outro aspecto relevante é a redução da idade de primeiro contato com conteúdos p.rn.gráficos. Crianças e adolescentes têm acesso cada vez mais precoce a dispositivos conectados, frequentemente sem supervisão constante.

Diferentemente de outros contextos de aprendizado, o ambiente digital não oferece mediação espontânea, o que pode levar à exposição antecipada a conteúdos para os quais o desenvolvimento emocional ainda não está preparado.




🔍 Considerações finais

A discussão sobre p.rn.grafia online não pode se restringir apenas ao conteúdo em si. É fundamental considerar o formato de acesso, que atualmente é:

  • Imediato

  • Ilimitado

  • Privado

  • Mediado por algoritmos

Essas características contribuem para mudanças significativas no comportamento e na forma como a s3xualidade é vivenciada.

Compreender esse cenário é um passo importante para promover educação s3xual, consciência digital e saúde mental, especialmente em um contexto cada vez mais conectado.


Profa. Dra. Ana Larissa Perissini - Psicóloga & Sexóloga CRP 06/71000 - Doutora FAMPER | Mestre USP | Especialista em Sexualidade FAMERP | Terapeuta do Esquema WAINER Psicologia | Terapeuta Cognitiva-Comportamental FAMERP - Contato: (17) 98801.0121

segunda-feira, 9 de junho de 2025

PORNOGRAFIA: QUANDO O CONSUMO VIRA PROBLEMA? NÃO É A QUANTIDADE, MAS O IMPACTO.

 

    Com o fácil acesso à internet, o consumo de pornografia se tornou algo comum para muitas pessoas. No entanto, a frequência desse consumo nem sempre é o melhor indicador de que há um problema. Estudos mostram que o mais relevante é o impacto que esse comportamento tem na vida do indivíduo.




    Pesquisas apontam que, embora muitas pessoas assistam pornografia com regularidade, apenas uma parcela delas busca tratamento. Isso acontece porque o que realmente leva alguém a procurar ajuda não é o tempo gasto assistindo pornografia, mas os sintomas negativos associados a esse hábito.

Esses sintomas podem incluir:

  • Perda de interesse por relações sexuais reais;

  • Isolamento social;

  • Dificuldade em manter relacionamentos íntimos;

  • Sentimento de perda de controle;

  • Sofrimento psicológico.

    Outro ponto interessante levantado pelo estudo é que pessoas mais religiosas tendem a perceber seu uso de pornografia como mais problemático — mesmo que a frequência seja baixa. Isso mostra como fatores subjetivos e culturais influenciam a percepção de vício.

    A frequência de uso, por si só, tem pouco valor preditivo. Pessoas que consomem grandes quantidades de pornografia nem sempre relatam impactos negativos, enquanto outras com consumo moderado podem apresentar sofrimento intenso.

    Ao avaliar o uso de pornografia, é essencial considerar o impacto na qualidade de vida, e não apenas a quantidade. A busca por tratamento deve ser guiada por sinais de sofrimento, prejuízos nas relações e sensação de falta de controle. Assim como outras formas de comportamento compulsivo, o contexto emocional e psicológico é o que realmente importa.


Me. Ana Larissa Perissini

Psicóloga & Sexóloga CRP 06/71000


Fonte: Gola, M., Lewczuk, K., & Skorko, M. (2022). What matters: Quantity or quality of pornography use? Psychological and behavioral factors of seeking treatment for problematic pornography use. The Journal of Sexual Medicine, 19(2), 309–320.

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segunda-feira, 19 de maio de 2025

📱🧠 PORNOGRAFIA E VIOLÊNCIA NA ADOLESCÊNCIA: O QUE ESTÁ ACONTECENDO E POR QUE PRECISAMOS FALAR SOBRE ISSO

Vivemos em um mundo onde, com poucos cliques, um adolescente pode acessar conteúdos que impactam profundamente sua forma de ver o mundo — entre eles, a pornografia. Embora o tema ainda seja um grande tabu nas famílias e na sociedade, ignorar esse "elefante na sala" pode custar caro.

Uma pesquisa recente investigou justamente isso: como o acesso à pornografia se relaciona com casos de abuso sexual cometidos por adolescentes do sexo masculino. O que se descobriu vai muito além do que imaginamos.


🔄 Quando vítima e autor são a mesma pessoa

Um dos aspectos mais impactantes do estudo é o que os especialistas chamam de polivitimização — ou seja, adolescentes que foram vítimas de diversas formas de violência ao longo da vida. Isso inclui agressões físicas, negligência emocional, abandono, abuso sexual, bullying, e até ameaças dentro da própria casa.

O mais preocupante é que muitos desses adolescentes, antes vítimas, acabam se tornando autores de violência — especialmente contra crianças mais novas, muitas vezes dentro do próprio ambiente familiar. Essas ofensas variam em gravidade, desde toques forçados e beijos sem consentimento até casos de estupro, sempre marcadas por uma relação de poder e hierarquia.


🧩 Pornografia como peça de um quebra-cabeça complexo

O estudo mostrou que a pornografia não aparece isoladamente nesses casos. Ela se encaixa em uma trama muito maior, onde a violência, o sofrimento psicológico e a falta de apoio formam um verdadeiro quebra-cabeça emocional.

Esses adolescentes, sem diálogo com a família, afastados da escola e sem aderência às intervenções sociais, acabam buscando conexões no mundo virtual. E aí encontram a pornografia, muitas vezes como uma tentativa de enfrentar a solidão ou lidar com suas dores internas.

Mas esse tipo de “fuga” pode se transformar em um uso problemático, criando um ciclo: quanto mais sozinhos se sentem, mais consomem pornografia — e quanto mais consomem, mais se isolam.


👨‍👩‍👧‍👦 Quando os adultos não sabem como agir

Uma descoberta importante é que, na maioria dos casos, os adolescentes têm acesso irrestrito à pornografia — pelo próprio celular, pelo computador de casa ou até pelo telefone da mãe. E, o mais alarmante: os pais sabem que eles acessam, mas não conseguem ou não sabem como conversar sobre isso.

Falar sobre pornografia ainda é muito difícil para muitas famílias. Seja por vergonha, medo ou falta de informação, esse silêncio contribui para que o tema continue sendo um mistério para os adolescentes — que então aprendem sobre sexualidade através de conteúdos distorcidos, violentos e muitas vezes desumanos.


⚠️ Pornografia não é o único vilão, mas é uma peça importante

A pesquisa não diz que pornografia causa diretamente o abuso sexual, mas mostra que ela pode aumentar o risco quando está inserida em contextos de vulnerabilidade, abandono, violência e sofrimento psíquico.

Ou seja: não é o conteúdo por si só, mas o conjunto de fatores que, combinados, contribuem para comportamentos preocupantes.


📣 Precisamos falar sobre isso. Urgente.

Diante desses achados, o estudo defende a criação de políticas públicas que incentivem a educação sexual desde os adultos — pais, avós, professores — para que eles possam se sentir preparados para conversar com crianças e adolescentes de forma aberta, acolhedora e sem tabus.

Além disso, é urgente discutir a regulamentação das plataformas digitais, pois hoje crianças e adolescentes acessam pornografia com extrema facilidade, muitas vezes sem qualquer tipo de filtro ou controle.

Também é necessário olhar com mais atenção para o desenvolvimento psicossexual dos jovens, compreendendo como suas vivências, traumas e experiências moldam suas relações afetivas e sexuais.


🔍 Tornando visível o invisível

Ao tratar a pornografia como uma peça invisível, mas fundamental, na vida desses adolescentes, o estudo ajuda a trazer à tona um tema difícil, mas que precisa ser enfrentado. Afinal, não podemos modificar o que não conseguimos ver — ou o que preferimos ignorar.

O problema não está apenas na internet, nos vídeos ou nos celulares. Ele também está na ausência de diálogo, na solidão de muitos jovens, e na falta de estrutura para lidar com a dor e o trauma.

Reconhecer esse cenário é o primeiro passo para transformá-lo.


Se você é pai, mãe, cuidador ou educador, lembre-se: o silêncio também educa — e, muitas vezes, educa para o medo, para o segredo e para a confusão. A boa notícia é que sempre há tempo para começar uma conversa. E ela pode mudar tudo.


Fonte: Spinóla BA. O elefante na casa: invisibilidade da pornografia no contexto do abuso sexual cometido por adolescentes [dissertação]. Brasília: Universidade de Brasília; 2023.


Me. Ana Larissa Perissini - Psicóloga e Sexóloga CRP 06/71000


segunda-feira, 5 de maio de 2025

MINHA JORNADA COM A SEXUALIDADE HUMANA

 Olá! Sou Ana Larissa Perissini, psicóloga e sexóloga, com 25 anos de experiência na área da sexualidade humana. Ao longo da minha trajetória, venho acolhendo pessoas e casais em seus processos de autoconhecimento, enfrentamento de dificuldades afetivas e construção de uma vida sexual mais saudável, respeitosa e satisfatória.

Sempre digo que foi a sexologia que me escolheu — e desde então, sigo apaixonada pelo estudo e pelo trabalho que desenvolvo. Acredito que falar sobre sexualidade é um ato de coragem, e cada pessoa que chega até aqui merece ser recebida com escuta, acolhimento e respeito.

Atendo homens, mulheres e casais, com diferentes queixas sexuais, tanto na modalidade online quanto presencial, sempre com o compromisso de oferecer um espaço seguro e ético. Procuro constantemente me atualizar no conhecimento científico, para aplicar metodologias baseadas em evidências e oferecer aos meus pacientes intervenções alinhadas às melhores práticas clínicas.

Sou pesquisadora na área da sexualidade, com foco em pornografia, transtorno do comportamento sexual compulsivo e Terapia do Esquema — campos que envolvem profundos aspectos emocionais, comportamentais e relacionais.

Minha formação inclui Especializações em Psicologia da Saúde, Psicologia Hospitalar, Terapia Cognitivo-Comportamental, Sexualidade e Terapia Sexual, além de formação internacional em Terapia do Esquema pela Wainer e pela ISST (International Society of Schema Therapy).

Sou Mestre em Ciências, com ênfase em sexualidade pela USP, e atualmente doutoranda em Ciências da Saúde, com foco em medicina sexual pela FAMERP. 

Venho contribuindo com o avanço da sexualidade como campo científico e clínico, por meio da publicação de artigos nacionais e internacionais, aulas em congressos e da atuação como professora em cursos livres, formações, pós-graduações e ligas acadêmicas de medicina.

Faço parte de sociedades nacionais e internacionais voltadas à saúde sexual, como a ABEMSS, SBRASH, SLAMS, ISSM e a Sociedade Brasileira de Terapia do Esquema, mantendo-me sempre atualizada e comprometida com a excelência no cuidado.

Neste blog, compartilho reflexões, conhecimentos científicos e conteúdos acessíveis para ampliar o diálogo sobre sexualidade, relacionamentos e saúde emocional. Estou aqui para ajudar você a se reconectar consigo, com o outro e com sua própria história.

Se você se identifica com essa abordagem e deseja se aprofundar em temas relacionados à sexualidade, saúde emocional e relacionamentos, te convido a acompanhar este blog.

Aqui, compartilho reflexões, conteúdos educativos e atualizações científicas de forma clara, ética e acessível.

🌿 Sinta-se em casa. Vamos juntos construir conhecimento e promover saúde com respeito e humanidade.


PORNOGRAFIA: VÍCIO OU DEPENDÊNCIA?

 

Vício ou uso problemático de pornografia? Entenda o que está por trás desse comportamento

A pornografia online é um fenômeno relativamente novo, mas que já levanta preocupações importantes sobre os impactos na vida emocional, nos relacionamentos e na saúde mental das pessoas — especialmente entre os mais jovens.

Hoje, com apenas alguns cliques, é possível acessar gratuitamente uma enorme quantidade de conteúdo sexual — que vai desde cenas mais leves até imagens de violência e abuso. O acesso é rápido, fácil, privado e anônimo, o que contribui para o aumento do consumo, inclusive entre adolescentes. E, como tudo acontece dentro da tela do celular, muitos pais e responsáveis sequer imaginam o que seus filhos estão vendo.

Apesar de ainda não haver consenso científico sobre todos os efeitos da pornografia — se ela é necessariamente boa ou ruim — o que se observa na prática clínica é um número crescente de homens e mulheres buscando ajuda profissional porque se sentem presos a esse comportamento, mesmo não querendo mais assistir. Muitos relatam sentimentos de culpa, vergonha e sofrimento emocional.

🧠 Afinal, o que é vício e o que é dependência?


Para entender melhor, é importante diferenciar dois termos que costumam ser usados como sinônimos, mas que não são exatamente a mesma coisa.

📌 Vício é um comportamento compulsivo, repetitivo e difícil de controlar, geralmente ligado ao prazer imediato. Mesmo sabendo que está fazendo mal, a pessoa continua. Isso pode acontecer com o uso de substâncias (como álcool ou drogas), mas também com comportamentos — como jogar, usar redes sociais ou consumir pornografia.

📌 Dependência, por outro lado, é um estado mais intenso e profundo. É quando o corpo ou a mente precisam daquilo para funcionar. Quando a pessoa tenta parar, pode ter sintomas de abstinência, como ansiedade, irritação, insônia, entre outros. Muitas vezes, é necessário consumir cada vez mais para sentir o mesmo efeito.

Ambos os quadros podem causar prejuízos graves à vida emocional, afetar decisões racionais, atrapalhar relacionamentos e interferir na vida pessoal, profissional e afetiva.

📚 E o que diz a ciência?


A literatura científica tem preferido o termo “uso problemático de pornografia” para descrever situações em que o consumo interfere negativamente na vida da pessoa. Isso porque nem toda pessoa que assiste pornografia com frequência tem um vício ou uma dependência.

Estudos mostram que a frequência sozinha não é suficiente para definir um problema. Muitas pessoas assistem pornografia regularmente e conseguem parar quando desejam. O sinal de alerta aparece quando há compulsão, perda de controle e dificuldade em parar mesmo querendo.

Além disso, comportamentos como masturbação frequente, hipersexualidade (impulso sexual elevado) e o envolvimento com outras práticas, como sexo por telefone ou visitas frequentes a clubes de strip-tease, estão comumente associados ao uso problemático.

⚠️ Transtorno do Comportamento Sexual Compulsivo: o que é?


A Organização Mundial da Saúde (OMS) incluiu recentemente o Transtorno do Comportamento Sexual Compulsivo (TCSC) na Classificação Internacional de Doenças (CID-11). Trata-se de um padrão persistente de impulsos sexuais intensos e recorrentes que a pessoa não consegue controlar, mesmo quando o comportamento causa sofrimento significativo ou interfere nas atividades diárias.

Em alguns casos, o consumo de pornografia online pode estar inserido nesse transtorno, especialmente quando a pessoa sente que perdeu o controle, que o uso se torna uma fuga emocional, ou que interfere nas suas relações, no trabalho ou na rotina.

🔍 Quando é hora de buscar ajuda?


Se você sente que não consegue parar, que o consumo está afetando seus relacionamentos, sua autoestima, seu desempenho no trabalho ou estudos, ou se sente culpa ou angústia depois de assistir, vale a pena conversar com um psicólogo. O acompanhamento especializado pode ajudar a entender as causas por trás do comportamento e encontrar caminhos mais saudáveis de lidar com emoções, desejos e frustrações.

Pornografia não é um tabu — mas o sofrimento emocional também não pode ser ignorado. Informação, acolhimento e apoio profissional são fundamentais para quem quer entender e transformar esse tipo de comportamento.

Me. Ana Larisssa Perissini
Psicóloga e Sexóloga CRP 06/71000
Doutoranda em Ciências: ênfase em medicina sexual - FAMERP
Mestre em Ciências: ênfase em sexualidade - USP
Especialista em Sexualidade - FAMERP
Terapeuta do Esquema - WAINER e ISST
Terapeuta Cognitivo-comportamental - FAMERP

📱 O celular e a transformação do consumo de p.rn.grafia

  O avanço das tecnologias digitais modificou profundamente a forma como as pessoas acessam conteúdos s3xuais. Nos últimos anos, o smartphon...